Arquivado em: Utilidades

O consumo adequado de lÃquidos antes, durante e depois da prática de uma atividade fÃsica é uma prática nutricional de fundamental importância para otimizar o desempenho e proteger a saúde e o bem-estar de quem está se exercitando.
Nosso corpo é formado basicamente de água, que corresponde a 60% do nosso peso. Quando estamos nos exercitando a temperatura do corpo aumenta rapidamente e começamos a suar para eliminar o calor. Neste processo, perdemos lÃquidos e sais minerais como sódio e potássio, fundamentais para o bom funcionamento do organismo e, se não houver reposição deste lÃquido o organismo ficará desidratado.
A desidratação reduz o volume do sangue. A freqüência cardÃaca aumenta à medida que o coração faz mais esforços para atender ao organismo que tenta manter o suprimento sangüÃneo para os músculos ativos e órgãos vitais.
A desidratação causa fadiga precoce e um superaquecimento, por conta do suprimento inadequado de sangue. Isso explica porque a desidratação compromete o desempenho e aumenta o risco do surgimento de doenças provocadas pelo calor.
Até mesmo um pequeno grau de desidratação pode afetar negativamente o desempenho, ainda mais se o exercÃcio estiver sendo realizado em condições ambientais quentes. A desidratação afeta a força muscular, aumenta o risco de cãibras e hipertermia, afeta o desempenho e a recuperação.
Durante o exercÃcio é preciso evitar a desidratação consumindo uma quantidade de lÃquidos equivalente a que o organismo está perdendo através do suor. Isto normalmente é um problema já que a sede não é um bom indicador das necessidades hÃdricas. Geralmente quando estamos com sede é porque nosso organismo já está com um déficit de lÃquidos de 2% do peso corporal.
3 de janeiro de 2010
Todo exercÃcio fÃsico produz calor que eleva a temperatura do corpo. Para manter a temperatura ideal e recuperar seu equilÃbrio, o corpo transpira. A evaporação do suor elimina parte do calor e também substâncias importantes para o equilÃbrio interno do corpo, como água e sais minerais que devem ser repostos.
Um sintoma muito fácil de detectar a necessidade de ingestão de lÃquidos é a sede, indicando que o corpo já está desidratado. Além desse, outros sintomas como fraqueza, perda de apetite, tontura, lábios brancos, náuseas, dificuldade de respiração e de concentração e insônia, também indicam a desidratação fazendo-se necessária a reposição dos lÃquidos e eletrólitos (sais minerais) perdidos com o suor. A desidratação também diminui a força muscular, aumenta a freqüência cardÃaca, aumenta o risco de cãibras e o tempo de recuperação do exercÃcio.
Estratégias de hidratação
Para você saber se está fazendo uma reposição de lÃquidos e eletrólitos correta, deve conhecer bem seu corpo. Para isso primeiramente deve saber o quanto você perde de lÃquido pelo suor durante o exercÃcio. As taxas de suor podem variar dependendo do clima ou da intensidade do exercÃcio.
Uma boa maneira de se medir o Ãndice do suor é pesando-se antes e depois do exercÃcio:
Peso perdido durante o exercÃcio (em gramas) + A quantidade de lÃquidos consumidos durante o exercÃcio (em mL) = Quanto deveriam beber
Por exemplo, se uma pessoa perde 600 g durante o exercÃcio e consome 200ml, deveria beber 500ml + 200ml, ou seja, 800ml por hora durante exercÃcios sob condições semelhantes. Nesse exemplo, a ingestão de 200ml a cada 15 minutos solucionaria o problema.
A hidratação pode também ser medida durante o dia verificando a cor da sua urina. A urina de uma pessoa bem hidratada tem uma aparência semelhante à de uma limonada. Em uma pessoa desidratada, que produz menos urina que o normal, a aparência é mais escura.
Prepare seu corpo.
Beba lÃquidos em quantidade suficiente: antes, durante e após a atividade fÃsica. Lembre-se que o objetivo é evitar a desidratação, garantindo estar devidamente hidratado antes de começar os exercÃcios.
Beba lÃquidos frequentemente durante o exercÃcio na quantidade calculada anteriormente correspondendo à quantidade regularmente perdida com o suor ou o mais próximo possÃvel a este valor para não se sentir desconfortável durante o exercÃcio. Ajuste a quantidade de lÃquidos de acordo com suas necessidades individuais.
Reponha o que perdeu.
Após a atividade fÃsica, beba um pouco mais que um litro para cada kg de peso perdido. Distribua esse consumo por um perÃodo de várias horas após a atividade fÃsica. Como se perde sais minerais com o suor, alguns deles (como sódio e potássio) devem estar presentes na sua bebida e nos alimentos ingeridos nesse perÃodo.Â
Bebidas esportivas.
Para que esta hidratação seja completa, nada reidrata, repõe e reabastece melhor o organismo do que as bebidas esportivas:
· Reidrata – oferecendo lÃquidos e sabor. Seu sabor estimula o corpo a continuar bebendo e ficar melhor hidratado.
· Repõe – Eletrólitos como o sódio e potássio que são perdidos com o suor. As bebidas esportivas ajudam na reposição desses sais minerais e estimula a sede. Assim, os atletas bebem mais e ficam melhor hidratados.
· Reabastece – Diferentemente da água, as bebidas esportivas contém carboidratos que oferecem energia para ajudar os músculos em movimento a combater a fadiga. O fato de sentirem menos cansaço pode representar uma vantagem mental aos atletas.
3 de janeiro de 2010

O que é?
O entorse de tornozelo é uma lesão considerada comum no meio desportivo, porém evitável. É definido como sendo uma lesão ligamentar, onde no momento do impacto, ao girar o pé rapidamente para dentro (por inversão) ou para fora (por eversão) os ligamentos não conseguem se contrair com rapidez para amortecer o impacto, causando a lesão. O entorse por inversão é disparado o mais comum, sendo que acomete 3 ligamentos laterais: talofibular anterior, calcaneofibular e talofibular posterior. O entorse por eversão é menos comum e acomete o ligamento deltóide.
Gravidade da lesão:
Grau I – Há algum estiramento ou talvez ruptura das fibras ligamentares, com pouca ou nenhuma instabilidade articular. Dor leve, pequeno edema e rigidez articular podem ser detectados.
Grau II – Algumas fibras ligamentares são rompidas ou separadas e ocorre uma instabilidade moderada da articulação do tornozelo. Dor, edema e rigidez articular, de moderado a severo devem ser esperados.
Grau III – Ruptura total do ligamento e manifestam-se primariamente pela instabilidade articular. Dor severa presente no inÃcio, seguida por desaparecimento da mesma, em virtude da ruptura total das fibras nervosas. Presença de um grande edema, tornando a articulação muito rÃgida.

Tratamento.
Durante a fase inicial do tratamento, os objetivos principais são: reduzir o edema, o sangramento e a dor pós-lesão, além de proteger o ligamento já em recuperação. O controle do edema é a medida de tratamento mais importante a ser adotada ao longo de todo o processo de recuperação. Inicialmente, o tratamento principal é a redução do edema. Feito assim, reduz-se, consideravelmente, o tempo de recuperação.
O tratamento inicial inclui: gelo, compressão, elevação, repouso e proteção.
1) Gelo: Seu uso baseia-se na constrição do fluxo sangüineo superficial para deter a hemorragia, diminuindo o metabolismo celular local. Seu uso é controverso na literatura quanto ao tempo de exposição, porém recomendo nas lesões agudas, por 30 min a cada 4 horas
2) Compressão: Uma bandagem elástica deve ser aplicada de forma firme e homogênea, de baixo para cima. A compressão deve ser feita junto com o gelo, por isso recomenda-se que a bandagem seja umedecida para facilitar a passagem do frio.
3) Elevação: Permite que a gravidade atue junto com o Sistema Linfático, reduz a pressão hidrostática, de forma a permitir a redução na perda de lÃquidos. Deve-se procurar manter a perna elevada, particularmente nas primeiras 24 a 48h.
4) Repouso: É importante que o processo inflamatório seja concluÃdo. Deve-se esperar 24 a 48h, antes de incorporar técnicas agressivas de exercÃcios. Entretanto, repouso não significa não fazer nada. ExercÃcios com o membro não afetado devem ser realizados, para estimular a transferência cruzada. ExercÃcios isométricos podem ser realizados em dorsiflexão ( pé para cima ) e plantiflexão ( pé para baixo). ExercÃcios ativos de dorsiflexão e plantiflexão podem ser realizados com o gelo e o pé em elevação. Devem ser evitados os movimentos de inversão e eversão.
5) Proteção: Várias órteses disponÃveis no mercado podem ser úteis. Ao mesmo tempo que possibilitam a plantiflexão e dorsiflexão, limitam a inversão-eversão do pé e, também, promovem o controle do edema.
Amplitude de movimento.
Deve-se iniciar com mobilização articular leve concentrando na dorsiflexão e plantiflexão. À medida que a sensibilidade sobre o ligamento diminuir, devem ser iniciados os exercÃcios de inversão e eversão. ExercÃcios realizados no giroplano podem ser benéficos para restauração da amplitude do movimento e para inÃcio do controle neuromuscular. É importante o alongamento do tendão de Aquiles. Estudos indicam que este tendão, quando tencionado, pode aumentar a chance de ocorrência de entorses do tornozelo.
Fortalecimento.
Iniciar com os exercÃcios isométricos (contra resistência- sem movimento- só contração) e exercÃcios isotônicos (com produção de movimento), de dorsiflexão e plantiflexão. Depois que a sensibilidade no ligamento aumentar, deve ser iniciado o fortalecimento em inversão-eversão do pé (pé para dentro e para fora).
Retorno às atividades.
O objetivo da reabilitação é que o retorno do paciente ao esporte ou à atividade aconteça o mais breve e seguramente possÃvel. O retorno precoce poderá agravar a lesão, o que pode levar a um dano permanente. Todos se recuperam de lesões em velocidades diferentes e, por isso, para retornar ao esporte ou à atividade, não existe um tempo exato, mas quanto antes o médico for consultado, melhor. Não force a região se a força muscular e o equilÃbrio ainda não estiverem restabelecidos.
Como prevenir?
• Usar calçados apropriados e de tamanho ideal, durante o exercÃcio.
• Alongar antes e depois de atividades atléticas ou de recreação.
• Evitar mudanças bruscas de posição e de direção.
• Enfaixar os tornozelos ou usar tornozeleiras durante esportes vigorosos, especialmente, se já houver uma lesão antiga.
• Treinar sempre com a supervisão de um profissional.
15 de dezembro de 2009

• A técnica de acender o fogo com pão velho embebido em álcool está ultrapassada. Há, no mercado, produtos especiais para esse tipo de acendimento, que fornecem, além de segurança, a garantia de fogo mais uniforme.
• Na hora de acender o fogo, nunca utilize produtos poluentes como plástico, gasolina e óleo diesel, pois existe um grande risco de contaminar e interferir no paladar da carne, além de não serem métodos seguros.
• Nada de espalhar o carvão pela churrasqueira inteira logo de inÃcio. Procure deixar apenas de um lado da churrasqueira. Só depois que a brasa estiver firme e incandescente, você pode espalhá-lo por igual.
• Depois de ter acendido o fogo, o ideal é esperar pelo menos meia hora para colocar a carne. Antes disso, deixe o braseiro firmar bem, sem chamas ou fumaça e com temperatura elevada.
• Espetar a carne exige, além da técnica, os espetos adequados. A posição correta é segurar o espeto com a mão direita paralelamente à mesa, enquanto se apóia a carne com a mão esquerda.
• A distância ideal entre a carne e o fogo deve ser de aproximadamente 30 centÃmetros para carne sem osso e 50 centÃmetros para carne com osso.
• O sal grosso é o mais indicado para o churrasco no estilo brasileiro. Você deve espetar a carne colocando bastante sal dos seus dois lados, na própria churrasqueira. Ao manusear o espeto, o excesso de sal vai caindo no fogo.
• Para retirar o excesso de sal e servir, segure o espeto no ar e bata com as costas da faca.
• Não tem jeito: em todo churrasco que se preze é comum aparecer um convidado que não come carne. Para evitar situações embaraçosas e ser um bom anfitrião, é bom ter sempre reservado um peixe ou frango para essas ocasiões.
• Os peixes mais indicados para grelhar são o salmão ou o mero. E não esqueça: para grelhar o peixe é indicado o uso de sal fino.
• Para que o calor não carbonize as proteÃnas da carne, a dica é assar a peça com sua própria gordura sempre que possÃvel. Ao fazer isso você protege contra o calor intenso da churrasqueira.
• A fraldinha, corte que fica ao lado do filé mignon é mais macia e saborosa, por isso a melhor para ser assada na grelha. Já o fraldão, final da costela, e é menos macio.
• A boa costela tem que ter camada de gordura para não ressecar. A melhor parte da carne é a central. Para dar mais sabor, asse a costela a 60 centÃmetros da brasa com a parte dos ossos virada para o braseiro.
• Em hipótese nenhuma use sal grosso úmido. Isso faz com que a carne absorva muito mais o sal, o que compromete o sabor. Para retirar a umidade do sal, basta aquecer o produto por alguns minutos até que fique seco.
• Para não estragar as carnes na hora de prepará-las ou servi-las, mantenha o fio das facas sempre no ponto exato de corte. Adquira um bom afiador.
• Tenha em mãos um bom kit de churrasco. Facas, abridor de garrafas, garfos e espetos, de preferência de aço inoxidável, não podem faltar.
• Pense no tempo de preparo da carne antes de ir ao supermercado. Picanha, maminha, alcatra e fraldinha são preparadas rapidamente. Já costela e cupim devem ser assados lentamente.
• Para temperar as carnes, o bom e velho sal grosso é a opção mais recomendada. Se quiser inovar, a dica é acrescentar pimenta-do-reino. Já o frango e o cordeiro podem ser marinadas.
• Evite as carnes congeladas. Depois de passar pelo freezer, o alimento perde o sabor e fica mais duro. Na escolha da peça observe a espessura. Quanto mais grosso, melhor.
• A picanha e a costela, principalmente, têm de ter boa manta de gordura. Isso garante a maciez do assado e, consequentemente, o sucesso do churrasco.
• Prefira colocar a peça inteira no espeto. Caso precise fatiar, corte na transversal em relação às fibras. As facas utilizadas devem estar sempre afiadas. Facas cegas fazem a carne perder o sumo e, também, perder o sabor.
• Prepare a carne para aperitivo meia hora antes dos convidados chegarem. Só depois que todos estiverem presentes é que se prepara as carnes principais.
Cálculo para 100 homens
• 25 quilos de picanha (25%)
• 6 quilos de maminha (6%)
• 4 quilos de frango (4%)
• 4 quilos de linguiça (4%)
• 150 pãezinhos
• 480 latas de cerveja
Cálculo para 100 mulheres
• 20 quilos de picanha (20%)
• 6 quilos de maminha (6%)
• 3 quilos de frango (4%)
• 3 quilos de linguiça (4%)
• 150 pãezinhos
• 400 latas de cerveja
2 de dezembro de 2009