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Quer virar craque de bola?

Se você sempre quis ser um grande jogador de futebol, mas não tinha a quem pedir umas dicas, aproveite. Ensinamos passo a passo nove lances clássicos dentro das quatro linhas.
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COMO PEGAR UM PÊNALTI.

Goleiro que é goleiro de verdade, não fica parado. Analisa bem o batedor e, geralmente muda o lado da última cobrança. Já para um goleiro de fim-de-semana, o melhor é escolher um canto, pular e torcer.

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1 – Dobre os joelhos, estique os braços e mexa-se para os lados nesta posição, para diminuir os espaços na visão do batedor.

2Pule em um canto depois da batida à meia altura, para poder descer ou subir a mão se a bola vier mais alta ou rasteira.

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COMO SAIR DO GOL EM CRUZAMENTO.

Todos os goleiros são unânimes: só saia se estiver bem colocado e com certeza de vai chegar na bola. Saia com coragem. Fique no centro do gol, e sempre de olho em quem vai cruzar.

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1 – Saia enquanto a bola ainda está em trajetória ascendente. E concentre-se nela, nunca no jogador adversário.

2 – Envolva a bola com a palma das mãos e os dedos, formando um triângulo.

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COMO BATER UM PÊNALTI INDEFENSÁVEL.

O bom batedor de pênalti sempre faz a cobrança com muita atenção. A maioria dos goleiros sempre sai antes. Se você der uma última olhada antes de chutar, marca tranquilo.

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1 – Ajeite a bola com o bico para baixo, para que ela não suba muito.

2 – Não olhe para o goleiro e tome seis passos de distância, para pegar bem e ter tempo de ver se o goleiro se adianta.

3 – Bata com a parte interna do pé, no canto, no alto e com força moderada, para a bola não subir muito.

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COMO DAR UM CHAPÉU.

Este é um dos dribles mais bonitos e desconcertantes do futebol: jogar a bola por cima do adversário e pegá-la do outro lado. E só pede um certo domínio de bola.

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1 – Com a bola rolando, dê um leve toque por baixo, para encobrir o zagueiro.

2 – Toque com o peito do pé, e de leve, para a bola não subir muito.

3 – Na seqüência, seja rápido: parta para pegar a bola do outro lado.

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COMO PARAR UMA JOGADA.

O importante é ser discreto. Faça uma falta que a regra permita, sem dar pancada. Carrinho, nem pensar!

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1 – Primeiro, acompanhe o adversário e segure-o pela camisa. Agarre de leve e disfarçadamente o oponente.

2 – Enrosque-se nele por trás, sem sentimentos, e faça-o dobrar os joelhos.

3 – Assim, os dois caem juntos, o que ameniza a gravidade da sua falta.

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COMO BATER UMA FALTA.

Próximo da área, jeito é melhor que força, e é preciso bater com a parte de dentro do pé, para colocar a bola longe do alcance do goleiro. Em faltas de longa distância, bata com o peito do pé, para dar direção e força à bola. Para jogadores mais habilidosos, vale a pena arriscar o famoso “três dedos”, onde se pega na pelota com os três dedos menores do pé, o que dá um efeito incrível na bola. Se você pegar bem na bola, o gol é quase certo.

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1 – Mantenha o pé de apoio paralelo à bola e o corpo levemente inclinado para trás.

2 - Bata com a parte interna do pé e “raspe-o” na bola.

3 – A bola vai fazer uma curva. O ideal é que ela passe por cima do segundo homem da barreira.

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COMO CABECEAR.

Você pode se tornar artilheiro da sua equipe fazendo gols de cabeça. Você pode treinar também como os defensores, aprendendo o treinamento de tirar a bola do seu gol.

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1 – Primeiro, acompanhe a trajetória da bola.

2 – Suba jogando um dos pés para trás, para formar uma alavanca.

3 – Bata com a testa na bola, de olhos abertos, e, se der, cabeceie para o chão.

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COMO DESARMAR O ADVERSÁRIO.

Se o jogador é mais forte e menos habilidoso, não trombe, desarme-o antes da bola chegar nele. Não dê logo o bote, senão o atacante já pensa na jogada.

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1 – Olhe somente a bola, fique próximo ao adversário e não dê espaço.

2 – Tome a iniciativa e toque na bola de qualquer jeito.

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COMO APLICAR UM DRIBLE CLÁSSICO.

O drible é a máxima expressão da arte no futebol. Pra fazer bem feito, tem que ter “malandragem”, ter coragem e ousadia. Experiência no futebol de salão ajuda, pois nele é preciso pensar rápido e antever os movimentos do marcador. Também é necessário que o jogador tenha boa explosão muscular e confiança na sua habilidade.

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1 – Conduza a bola com a parte interior do pé direito e finja que vai conduzir a bola para a esquerda.

2 – No que o zagueiro for para a esquerda, vire rapidamente a bola com o pé para o lado direito.

3 – Siga pela direita, conduzindo a bola com o lado externo do pé, o que vai tirar completamente o marcador da jogada.

16 Comentários 3 de setembro de 2010

Várzea. A extinção de uma paixão.

Por Denilson Gambito.

Desde criança pequena que gosto de futebol, apesar de não conseguir nem dominar uma bola. Talvez porque nesse esporte mágico, seja possível acreditar que tudo é possível. Não importa se Davi ou se Golias, ali, dentro das quatro linhas, são, e sempre serão, onze contra onze. Todos simples mortais, gladiadores de carne e osso, gente que existe, que é real. E foi na várzea, que encontrei o futebol na sua mais pura essência, com uma beleza simples e acessível.

Talvez, tão lendária quanto uma história de Homero, a várzea seja uma espécie rara, em extinção, deixando cada vez mais de fazer parte da história do futebol. E foi em Belo Horizonte, no ano de 1998, que conheci essa forma rude de praticar o grande esporte bretão. Futebol feito por gente de verdade, com problemas de verdade, praticado em situações verdadeiramente precárias, e, principalmente, honrando de verdade as cores defendidas.

Trava-se dentro da várzea, uma batalha desleal, onde as condições econômicas são absolutamente desfavoráveis. Falta de tudo um pouco. E o pior, com o chamado “progresso”, os campos de terra batida foram perdendo espaço para empreiteiras e suas estruturas de concreto. Cada dia que passa, a verdadeira essência das competições amadoras vai se esvaindo. É quase impossível manter um time de futebol amador na categoria adulta: é uma tarefa realmente heroica. As equipes são deficitárias, são caras e  complicadas de administrar, assim como o ego dos principais jogadores, que mesmo não sendo profissionais, às vezes pensam como tal.

Por essas e outras, que acredito nas categorias de base, onde os times encontram fôlego na sua árdua caminhada. Com uma busca incansável de patrocínio, a várzea procura formas de sobreviver. Confesso que esse desafio me deixa um pouco apreensivo, mas, fazer o quê? Eu gosto.

Ainda não dá pra dizer se a várzea sobreviverá ou não. O fato é que as equipes são montadas e desmontadas rapidamente e os garotos se vão mais rápido ainda, sem o acompanhamento necessário. A falta de recursos para desenvolver um projeto ligado ao futebol me assusta. Faltam parceiros, pessoas que queiram transformar realidades.

Gostaria muito que esses meninos não perdessem suas origens, sua essência – a paixão que de fato os colocou nesse esporte mágico. Porque, mesmo com todas as dificuldades e as precárias condições financeiras, a várzea continua aí, escondida nos morros, nas vilas, nas beiras de estradas, mas bem perto de todos. Basta olhar, pra enxergar nos olhos dos meninos, quase sempre desnutridos, o pedido silencioso de ajuda. É importante que a sociedade perceba, o quanto antes, a necessidade de manter os campos por onde já passaram Edsons, Diegos e Ronaldos.

1 Comentário 28 de janeiro de 2010

Nikão. O artilheiro e os frangos.

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Por Denilson Gambito.

Nos fins dos anos 90, quando ainda era esmeraldino, o Cantagalo não só já era reconhecido como uma lenda na várzea de Belo Horizonte, como teve o privilégio de ter no elenco um jogador igualmente lendário: Paulo Henrique Lucas, o popular Nikão.

De estatura privilegiada, esguio, os joelhos castigados pelos marcadores, ligeiro, Nikão era um daqueles jogadores que chamamos de “meio time”. Implacável goleador, dono de uma habilidade ambidestra sem igual, cabeceio preciso, gingado malandro, ágil. Portador de uma categoria absurda, jogava fácil, passeava pelos campos, distribuía, driblava, cruzava, antevia jogadas. Era definitivamente um inferno dentro da área.

Quando citado nas tradicionais resenhas de boteco, despertava a curiosidade dos ouvintes. Boquiabertos, com seus copos de cerveja na mão, chegavam a se perguntar se realmente existira tal figura, tamanhas eram suas peripécias. Os que o viram jogar se perguntam até hoje como um jogador daqueles nunca foi para um time profissional. Pois é, coisas da vida.

Mas manter uma estrela desse nível num time de várzea é complicado. Com uma vida simples, sem recursos, este famoso jogador tinha lá seus caprichos, exigia a melhor chuteira, a melhor caneleira (isso quando tinha) e um pedido no mínimo curioso. Como era arrimo de uma vasta família, Nikão, o grande matador dos campos de várzea de Belo Horizonte, fez um acordo com a diretoria do Cantagalo. Para cada gol marcado, ele ganhava um frango. Isso mesmo, um frango. Quanto mais bonito fosse o gol, maior teria que ser o frango.

Nikão sabia que seria cobrado tanto pela diretoria do Cantagalo quanto pela torcida, mas a maior combrança era da família, que ficava na expectativa, torcendo para que ele fizesse seus gols. Foram pelo menos 35 frangos na temporada. O terror da área cumpria, a cada domingo, sua parte no acordo. Já a diretoria… Bem, coube a diretoria buscar um patrocínio com a granja do bairro.

Deixe um comentário 28 de dezembro de 2009

11 regras do futebol de rua.

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Futebol de rua sempre traz boas recordações da infância. Lembro quando a gente jogava bola na nossa rua estreita e acabava acertando a janela do Seu Zé Vermelho, um senhor já com idade avançada – mais ou menos 70 ou 80 anos. Ele ficava tão enfurecido que logo saía para gritar com todo mundo. O problema é que ele já não tinha mais tanta força nos pulmões e, por mais que se esforçasse, não conseguia atingir o volume desejado na hora de esbravejar. A turma toda acabava rindo muito da cara dele, o que o deixava mais bravo e cada vez mais vermelho, daí o apelido Zé Vermelho.

Abaixo, algumas regras básiscas para se disputar esse esporte genuinamente brasileiro.

1) A BOLA

A bola pode ser qualquer coisa redonda, como uma laranja, uma lata vazia ou até mesmo um coco. No desespero, usa-se até uma bola mesmo.

2) O GOL
O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, pedras, camisas emboladas, latas vazias, chinelos e até os livros que você leva pra escola. A largura é de um passo, mais ou menos um metro.

3) O CAMPO
A largura do campo vai de um meio-fio ao outro, já o comprimento é equivalente a 3 casas e meia. Nos clássicos, o comprimento é de um quarteirão inteiro, isso mesmo, uma rua todinha do mais tosco futebol.

4) DURAÇÃO DO JOGO
Normalmente é assim: 5 vira e 10 termina, ou, até o dono da bola, cansado de ficar “na de fora” ir embora. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

5) FORMAÇÃO DOS TIMES
Varia de 3 a não-sei-quantos jogadores de cada lado. Ruim fica lá atrás, não deixando fazer gol. O meia-boca joga na ponta, esquerda ou direita, depende da perna que faltar. O de óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é sempre beque. Os moleques menorzinhos ficam espalhados pelo campo, correndo e atrapalhando todo mundo. Vai que sai um gol.

6) O UNIFORME
Com camisa e sem camisa, todos descalços. Simples assim.

7) O JUIZ
Quê juiz?

8) AS INTERRUPÇÕES
No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:

a – Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar um voluntário (geralmente o menor) para bater no portão da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.

b – Quando passar na rua qualquer garota muito gostosa. Muito gostosa mesmo!

c – Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é gol.

9) AS SUBSTITUIÇÕES
São permitidas substituições no caso de um jogador ser arrastado para casa pela orelha para fazer lição ou em caso de atropelamento.

10) AS PENALIDADES
A única falta prevista nas regras do futebol de rua é quando o adversário é arremessado dentro do bueiro.

11) A JUSTIÇA ESPORTIVA
Todos os casos serão resolvidos na porrada mesmo.

1 Comentário 3 de novembro de 2009

Cantagalo x Santa Lúcia. Lama na semi-final do Campeonato Infantil de 2006.

Por Denilson Gambito

O sol resolveu se ausentar do jogo naquele dia, sabia que a coisa ia ser feia. O céu, testemunha da partida, se acinzenta, deixando tempo completamente fechado. O temporal, já em seu terceiro dia, anuncia que a partida do Cantagalo vai ser dura.

O povo, acostumado com as amarguras do dia-a-dia, não se deixa intimidar pelo tempo feio. Nada cala o batuque no bar, e a teimosa fumaça do churrasquinho se espalha sobre o campo, escurecendo ainda mais o dia. A torcida comparece – o Santa Lúcia que se cuide, hoje é dia de decisão, e o Cantagalo vai “partir com tudo”. Movimentação de atletas e torcedores – os bastidores da lama. O treinador Marcos Pina chama todos os jogadores para reunião no pequeno e pichado vestiário. Todo cuidado para não acender a luz, a goteira no meio da lâmpada pode fazer a fiação pegar fogo. O treinador Pina, aos berros, chama a atenção de Dogão – atacante principal do Cantagalo – sobre a sua importância nesse jogo. “Hoje você vai decidir”, grita Pina na cara de Dogão, que, estático, ouve sem dizer nada.

Realmente, a psicologia tem suas particularidades na várzea. Catatau (respeitado ex-jogador), auxiliar técnico de renome, chama Dogão, atacante talentoso, para uma conversa ao pé do ouvido. O assunto é a chuva que cai com força no campo, manter-se de pé nessas condições já seria uma vitória. Mas o Cantagalo precisava vencer, então Catatau conta a estratégia do time para ganhar a partida e se classificar para a final contra o Santa Cruz, equipe mais forte do campeonato.

As mãos negras de Catatau, firmes como sucupira, seguram Dogão pelos ombros, enquanto ele explica o que a comissão técnica deseja:

– Dogão, hoje você vai jogar na lama. Isso mesmo, na lama! Esquece tudo que você sabe, vamos ganhar o jogo na lama. A gente é que nem bicho, não gosta da água não, ainda mais barro. Escolhe aquela poça na quina da área adversária e fica lá, não saia por nada. A bola vai te achar lá, no meio do barro, onde ninguém vai te marcar….

Dogão, meio incrédulo, balança a cabeça concordando.
– Sim senhor, professor.

Jogo feio, trinta e cinco do segundo tempo, placar empatado, jogo pesado, duro, violento. O Santa Lúcia prefere o empate pra levar pros pênaltis, já o Cantagalo quer vencer a qualquer custo.
Chutão pra todo lado, o temporal insano, treinadores à beira do ataque de nervos. Denilson Gambito, supervisor técnico do Cantagalo, já está com os cabelos encaracolados completamente lisos, de tanta chuva na cabeça. O treinador Pina, sem voz, apenas olha para o céu, vendo a chuva cair impiedosamente. Catatau, conhecido por nunca entregar os pontos, continua gritando com Dogão: “fica onde eu mandei, fica na lama”. Parecia que ninguém sabia onde um jogo tão feio chegaria. Catatau sabia.

Willian Preto, volante raçudo do Cantagalo, dá um bico pra frente. A bola viaja lamacenta, pesada, atravessa como um tijolo o campo molhado, caindo exatamente onde? Na poça barrenta perto da grande área do Santa Lúcia. Quem está lá? Sujo feito um soldado na guerra, atolado no barro Dogão, o artilheiro, que sem pensar duas vezes e sem marcação alguma, dá um dedão em direção ao gol, sem dó nem piedade. O goleiro tenta em vão pular na bola. É gol, gooooooooool. Dogão, com os dois dedos indicadores apontados para o céu, meio que agradecendo a São Pedro a oportunidade de virar história na comunidade. Ainda dá tempo de olhar para o banco de reservas e dizer para o Catatau – esse é seu, professor.

Festa na favela, o Cantagalo está na final.

1 Comentário 3 de novembro de 2009

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